BACUARA

BACUARA

“Ser bacuara não é empreito comum, sequer é volição, sequer é objetivo, é pura descoberta, epifania grata, tudo nele vem naturalmente e tão necessariamente como o primeiro suspiro, aquele que se julga ter todo o saber decididamente não o é. Bacuara é luz entendida, jamais contemplada, é o círio permanentemente aceso contra o vigor de Éolo em apagá-lo. O bacuara apreende e muito, muito depois aprende e novamente apreende e assim em sucessivas pororocas centrifuga e fala.”

domingo, 4 de abril de 2010

UTILIDADE MARGINAL


Um fazendeiro pioneiro tinha cinco sacos de grão, sem maneira de vendê-los ou de comprar mais. Ele tinha então cinco possíveis usos—como alimentação básica para si mesmo, alimento para construir força, alimento para suas galinhas para variação dietética, um ingrediente para fazer uísque, e alimentação para que seus papagaios o divirtam. Então o fazendeiro perdeu um saco de grão. Em vez de reduzir cada atividade por um quinto, o fazendeiro simplesmente esfomeou os papagaios, como eram de menos utilidade do que os outros quatro usos, em outras palavras, eles estavam na margem. E é na margem, e não com uma visão ampla, que nós fazemos decisões econômicas.


BACUARA: Eugen Ritter von Böhm-Bawerk

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