"Coloco-me ali vendo e tentando enxergar o que me é dado com câmera construída de matéria do meu cérebro como se fosse atilada de visão mágica e atiro, certeira, no coração do problema. Vista aguçada pela tranqüilidade em que vivo até a crueldade do momento, distancio-me da minha quietude, e como, também sacrificado mergulho na vida dos principais personagens envolvidos nos delitos, desde a sua prática até o julgamento: os réus, família, a polícia, o promotor, o defensor, o público, o juiz, e ela, a implacável dor; vidas cruzadas por aspectos comuns, humanos; e a diferença de funções que cabe a cada um e a todos na sociedade, e ainda assim me pergunto? O que é JUSTIÇA.”BACUARA: DA VEREDA
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