BACUARA

BACUARA

“Ser bacuara não é empreito comum, sequer é volição, sequer é objetivo, é pura descoberta, epifania grata, tudo nele vem naturalmente e tão necessariamente como o primeiro suspiro, aquele que se julga ter todo o saber decididamente não o é. Bacuara é luz entendida, jamais contemplada, é o círio permanentemente aceso contra o vigor de Éolo em apagá-lo. O bacuara apreende e muito, muito depois aprende e novamente apreende e assim em sucessivas pororocas centrifuga e fala.”

sábado, 13 de março de 2010

SÓ CRÍTICA!...



A obra de Marx é de "Crítica" - crítica monumental pela extensão, amplitude e vigor - "ao processo capitalístico de produção". Suas grandes afirmações - ambas amplamente desmentidas pela experiência - de que nos países capitalistas os salários reais demonstram uma tendência secular para o declínio e de que as depressões têm uma tendência secular a se tornarem cada vez mais graves são obra de pura crítica. Em matéria de construção, quanto ao tipo de sociedade e de economia que deveria
substituir a que ele batizou de "capitalismo", nem uma PALAVRA.

BACUARA: Eugênio Gudin

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