
A cultura serve para vivermos melhor. Não para sermos mais felizes. Ou virtuosos. Ou sabedores. Mas para retirarmos algum prazer mundano. É esse prazer que, de certa forma, redime os males inevitáveis da nossa condição.
E quantas vezes eu pensei nisso? Incontáveis, leitores. Incontáveis. A primeira, creio, foi assistindo a um filme de Woody Allen, "Manhattan" (1979), em que a personagem decide registar as razões pelas quais vale a pena viver. São as minhas razões. Aquele livro. Aquele filme. Aquela música. Aquele rosto da pessoa que amamos. A memória daquela cidade.
BACUARA: João Pereira Coutinho
E quantas vezes eu pensei nisso? Incontáveis, leitores. Incontáveis. A primeira, creio, foi assistindo a um filme de Woody Allen, "Manhattan" (1979), em que a personagem decide registar as razões pelas quais vale a pena viver. São as minhas razões. Aquele livro. Aquele filme. Aquela música. Aquele rosto da pessoa que amamos. A memória daquela cidade.
BACUARA: João Pereira Coutinho
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